Uma equipe internacional de cientistas desenvolveu um método inédito capaz de identificar biossexuais, assinaturas químicas de vida, em exoplanetas. A técnica analisa desequilíbrios complexos na atmosfera global, criando uma “impressão digital da vida” que reduz drasticamente os alarmes falsos. O objetivo é otimizar o uso de telescópios como o James Webb, focando nos mundos com maior potencial de abrigar organismos.
Diferente das abordagens tradicionais que buscam apenas gases isolados como oxigênio ou metano, o novo modelo computacional identifica redes de gases interdependentes. Essas combinações seriam impossíveis de existir de forma puramente natural através de processos geológicos, como o vulcanismo. O sistema foi testado com sucesso em simulações que replicavam as condições da Terra primitiva e moderna.
O próximo passo da equipe é aplicar a metodologia em dados reais de planetas localizados na zona habitável de estrelas vizinhas, como o famoso sistema TRAPPIST-1. Caso os resultados práticos sejam promissores, a ciência poderá estar a poucos anos de responder de forma definitiva se a humanidade está ou não sozinha no universo.
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