Um choque elétrico. Um câncer. E agora, a mordida de um tubarão cabeça-chata. Esses são três episódios que marcam a trajetória de vida de André Sthwart Luiz Gomes da Silva, de 32 anos, que encara a atualidade como sobrevivência ao “terceiro milagre” que recebeu.
Com a perna esquerda enfaixada e coberto por esperança, o homem está na casa da mãe se recuperando do incidente que aconteceu no último dia 20 de fevereiro, enquanto surfava na Praia de Del Chifre, em Olinda, e foi surpreendido com a mordida de um tubarão cabeça-chata de 2,5 metros. A prática esportiva é proibida na região desde 1999.
Ele relembrou o momento exato em que foi mordido, e a ajuda dos amigos que também estavam na praia naquela hora. “Eu vi a jogada do rabo dele na água e depois senti uma puxada. Foi um choque e a ‘ficha caiu’ na hora que era um tubarão, ainda cheguei a dar um murro nele”.
Ainda enquanto recebia os primeiros socorros dos amigos, equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegaram ao local, e o conduziram até o Hospital da Restauração (HR), no Recife.
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