Um pequeno robô em formato de peixe, desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Sichuan, na China, é construído com uma substância forte e flexível, semelhante à madrepérola, e possui apenas 1,3 cm de comprimento. Um sistema a laser, localizado na cauda, orienta os movimentos com capacidade para “engolir” microplásticos, é a nova aposta de cientistas chineses para limpar o oceano de mares poluídos.
Nadando a uma velocidade de 30 mm/s, o dispositivo usa moléculas carregadas negativamente para atrair os microplásticos, “sugando” os resíduos em áreas difíceis de acessar. Apesar do tamanho reduzido, o equipamento transporta até 5 kg de poluentes, de acordo com o estudo.
Denominado SeaClear, o sistema deve começar a operar no final de 2023, conseguindo coletar até 80% do lixo no fundo do mar que encontrar. Outro destaque é o projeto Maelstrom, cujos testes acontecem em Veneza (Itália), e abrange a remoção e a reciclagem dos resíduos.