Por mais de um quarto de século, a China tem sido um farol de desenvolvimento acelerado, sendo um modelo de crescimento referenciado por economistas, analistas e acadêmicos em todo o mundo. No entanto, esse cenário está passando por mudanças significativas, e a China se encontra em um estado de crise econômica.
O impulso do gigante asiático, que proporcionou um apetite crescente dos 1,4 bilhão de chineses por mercadorias globais, também alimentou a economia global. Entretanto, nos últimos meses, esse motor de crescimento tem mostrado sinais de fraqueza.
O crescimento econômico da China desacelerou para 0,8% nos últimos três meses até junho, comparado a 2,2% no trimestre de janeiro a março. Esse ritmo lento, equivalente a uma taxa anual de 3,2%, representa um dos patamares mais baixos em décadas.
Uma das principais razões para essa desaceleração econômica, apontam os economistas, é a queda no setor imobiliário, que é atribuída às políticas mais rigorosas do governo chinês em relação à dívida das empresas de construção.
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