Uma “vitória” da China, vem se desenhando de forma realista na corrida de quem chega primeiro a Lua. Isso porque o programa Artemis da NASA tem enfrentado atrasos significativos, principalmente devido a problemas com os trajes espaciais e o veículo de pouso lunar.
O programa envolve três missões: Artemis I (não tripulada, já realizada em 2022); Artemis II (prevista para o final de 2025, com quatro astronautas em órbita lunar); e, finalmente, Artemis III, que levará à superfície lunar um homem e, pela primeira vez, uma mulher, sendo um deles a primeira pessoa negra na Lua. Isso está previsto para ocorrer não antes de setembro de 2026.
Após lançar o seu primeiro astronauta ao espaço em 2003, a China progrediu muito em seu programa espacial, desenvolvendo estações espaciais (os laboratórios Tiangong), e realizou missões lunares robóticas bem-sucedidas por meio do programa Chang’e, nome da deusa chinesa da Lua. A China anunciou que pousará astronautas na Lua até 2030. No quesito traje espacial, os chineses saíram na frente, exibindo o equipamento em setembro, enquanto a contratada da NASA, Axiom Space, ainda trabalha em modificações no design.
Os dois países têm interesse especial no polo sul lunar, para explorar gelo de água nas crateras lunares. O recurso poderia ser utilizado futuramente como suporte à vida em futuras missões e produção de combustível para foguetes, tornando a exploração lunar mais sustentável.
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