Em 2025, 14 países da América Latina e do Caribe realizarão eleições presidenciais, legislativas, regionais ou judiciais. O Equador abre o calendário com a eleição presidencial marcada para 9 de fevereiro, com possível segundo turno em 13 de abril. O presidente Daniel Noboa busca a reeleição, enfrentando novamente Luisa González, do partido Revolução Cidadã.
A Bolívia segue com eleições em 17 de agosto, em um cenário marcado pela disputa interna no partido, mas entre o presidente Luis Arce e o ex-mandatário Evo Morales, enquanto Honduras e Chile escolhem seus novos líderes em novembro.
A Guiana, em dezembro, realizará eleições presidenciais em meio a tensões territoriais com a Venezuela, que também convocará eleições parlamentares e regionais este ano, ainda sem data definida. Na Argentina, o pleito em 26 de outubro será um teste para o governo do ultradireitista Javier Milei. O ano eleitoral na região será decisivo, refletindo disputas políticas intensas e desafios democráticos em contextos diversos.
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