O El Niño é um fenômeno amplamente estudado e cada vez mais associado a impactos no clima e no meio ambiente em diversas áreas. Para este ano, a Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA), uma das principais referências mundiais no diagnóstico e prognóstico do fenômeno, aponta uma probabilidade de 60% de desenvolvimento do “El Niño”, para o trimestre maio-junho-julho, chances que se elevam a mais de 90% a partir da próxima primavera, em setembro.
Os modelos acoplados de última geração permitem prever a evolução do El Niño com meses de antecedência, estimando as anomalias na temperatura do ar e seus possíveis impactos, o que possibilita a adoção de ações preventivas em áreas estratégicas.
Por outro lado, modelos complexos que simulam o oceano e a atmosfera permitem prever, com antecedência de 1 a 3 meses, os possíveis impactos com precisão. Mas previsões com prazos maiores podem apresentar mais incertezas e levar a prognósticos incorretos.
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