A Fundação Getúlio Vargas (FGV) instalará um escritório no Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA), em Manaus, graças a uma parceria estratégica firmada entre as duas partes. A intenção é impulsionar o desenvolvimento de projetos sustentáveis e fomentar a bioeconomia na região. A iniciativa, que conta com o apoio do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), faz parte da transformação do CBA em um hub de inovação de referência, conectando startups, empresas e pesquisadores para gerar soluções inovadoras a partir da rica biodiversidade amazônica.
O que você precisa saber:
Por que isso importa:
A parceria entre a FGV e o CBA representa um passo importante para a consolidação do hub de inovação da Amazônia e para o desenvolvimento de uma economia mais verde e sustentável na região. Ao conectar pesquisa, ensino e mercado, a iniciativa contribui para a geração de valor a partir da biodiversidade amazônica, promovendo o desenvolvimento social e econômico da região.
CBA na EXPOAMAZÔNIA BIO & TIC 2024
Além disso, neste mês, aconteceu Expoamazônia Bio & TIC 2024, o momento serviu para desmistificar a imagem do CBA, de um centro de pesquisas em biotecnologia para um centro de inteligência em bionegócios na Amazônia.
No evento, o Centro apresentou uma nova linha de atuação em dois momentos importantes na feira. O primeiro ocorreu no estande da Sustentec, com a participação do diretor de administração e finanças do CBA, Carlos Henrique da Silva, que explanou sobre o potencial de atuação do Centro por meio dos seus núcleos operacionais.
O segundo momento foi durante a participação de Márcio Miranda na palestra “Ações Afirmativas para a Bioeconomia Amazônica”, parte da programação da trilha Bioeconomia & Biotecnologia.
Além do gestor do CBA, participaram da mesma plenária o representante da FINEP para a região Norte, Rodrigo Lima, Sheila Tchalski, analista do Hub de Bioeconomia do Banco do Brasil, e o superintendente adjunto da Suframa, Waldenir Vieira.
Durante a conversa com o público, Miranda destacou que os desafios do CBA para os próximos anos incluem a consolidação do Centro como referência em inteligência em bionegócios na Amazônia, atuando no desenvolvimento de bioprodutos e geração de negócios, prestando serviços por meio de seus laboratórios, apoiando diversos setores da economia, promovendo o desenvolvimento sustentável e abrigando e acelerando empresas de base tecnológica, além de contribuir com o aprimoramento das normativas relacionadas ao ambiente de bionegócios.
Os projetos inovadores do Centro de Bionegócios da Amazônia têm atraído dezenas de pessoas ao estande da instituição. Pesquisas no desenvolvimento de bioprodutos capazes de gerar negócios, como bioplásticos utilizados na produção de embalagens, couro vegano e o Curauá (fibra resistente da família do abacaxi), são algumas das iniciativas expostas durante a feira e apresentadas pelos pesquisadores do Centro.
A ExpoAmazônia Bio&TIC 2024 é uma iniciativa da Associação do Polo Digital de Manaus (ADPM), com apoio da Fundação Amazonas Sustentável (FAS), Governo do Amazonas, Prefeitura de Manaus e Fundação Rede Amazônica (FRAM).
Movimento Conhecendo a Indústria faz imersão no CBA
O Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA) marcou presença no seminário "Conhecendo a Indústria: Complexo Econômico e Industrial da Saúde e a Política Nacional de Desenvolvimento Regional", promovido na quinta-feira (7) pela Confederação Nacional da Indústria. A diretora de Bionegócios, Andrea Lanza, participou do encontro que reuniu representantes dos Ministérios da Fazenda, da Saúde, do Desenvolvimento Regional, Ciência e Tecnologia, além de ICTs, órgãos de fomento e investidores privados.
Durante sua participação, Andrea Lanza destacou o compromisso do CBA em promover o uso sustentável dos recursos naturais da Amazônia para contribuir com o fortalecimento dos Complexos Econômico e Industrial da Saúde. Ela compartilhou parcerias e iniciativas com vasto potencial para transformar a biodiversidade amazônica em produtos inovadores, beneficiando tanto a economia regional quanto a nacional, agregando valor às cadeias produtivas, reconhecendo a importância das comunidades tradicionais e povos originários da nossa floresta.
Um dos exemplos mencionados foi a iniciativa em parceria com outras instituições locais que envolve o manejo sustentável do Pirarucu. Este projeto visa o reaproveitamento de insumos da espécie, como suas vísceras, na produção de fios cirúrgicos – uma solução que une sustentabilidade e tecnologia para impulsionar avanços na área da saúde.
Os representantes do Governo Federal ficaram impressionados com o potencial do CBA, bem como com a qualidade das pesquisas e as estratégias do novo Centro para alavancar a Bioeconomia, a partir da construção de um trabalho coletivo com todo o ecossistema de PD&I. A expectativa é que para o próximo ano, os investimentos em desenvolvimento aumentem.
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