No Peru, Rosa Isabel Céspedes Callaca interrompeu o próprio funeral ao despertar dentro do caixão mesmo após ser declarada morta, vítima de um acidente de carro.
Aparentemente, os médicos ignoraram que a mulher ainda apresentava sinais vitais, apesar de estar imóvel e sem respirar visivelmente. O fenômeno é chamado de catalepsia, algo tão comum quanto aterrorizante, que por esse motivo se infiltrou na nossa cultura popular.
No entanto, o que, provavelmente, permitiu que Callaca pudesse ter a chance de retomar a própria vida, foi o fato de ela não ter sido submetida a uma autópsia, sorte que o venezuelano Carlos Camejo não teve.
Em 2007, na Venezuela, então com 33 anos, Camejo bateu sua moto em um veículo estacionado e foi declarado morto pelos paramédicos ainda no local. De acordo com uma matéria do jornal mexicano El Universal, sua esposa, Tamara Rolón, disse que o corpo de Camejo foi encaminhado para o Hospital Geral Antonio María Benítez, em La Victoria, e largado em um corredor “com a ordem da autópsia enfiada no bolso de sua calça”, em vez de ser submetido a qualquer análise clínica, como geralmente acontece.
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