Os assessores econômicos da Casa Branca defenderam no a demissão da chefe do BLS (Escritório de Estatísticas do Trabalho) pelo presidente Donald Trump, rebatendo as críticas de que a ação de Trump pode minar a confiança nos dados econômicos oficiais dos Estados Unidos. Mais tarde, no mesmo dia, Trump criticou novamente a comissária do BLS, Erika McEntarfer, sem fornecer evidências de irregularidades, e disse que nomearia um novo comissário nos próximos três ou quatro dias.
O representante de comércio dos EUA, Jamieson Greer, disse à CBS que Trump tinha "preocupações reais" sobre os dados do BLS, enquanto Kevin Hassett, diretor do Conselho Econômico Nacional, disse que o presidente "está certo em pedir uma nova liderança". Hassett disse ao Fox News Sunday que a principal preocupação era o relatório de sexta-feira (1º) do BLS sobre as revisões líquidas para baixo, mostrando que foram criados 258.000 empregos a menos em maio e junho do que o informado anteriormente.
Trump acusou McEntarfer de falsificar os números de empregos, sem fornecer qualquer evidência de manipulação de dados. O BLS compila o relatório de empregos, que é acompanhado de perto, bem como os dados de preços ao consumidor e ao produtor. O BLS não deu nenhuma razão para os dados revisados, mas observou que "as revisões mensais resultam de relatórios adicionais recebidos de empresas e agências governamentais desde as últimas estimativas publicadas e do recálculo de fatores sazonais".
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