O cantor Alexandre Pires, de 50 anos, é investigado pela Polícia Federal em um caso que apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro relacionado à comercialização ilegal de cassiterita extraída da Terra Indígena Yanomami, em Roraima. Segundo as investigações, o artista e uma empresa ligada à sua produção musical teriam recebido R$ 31 milhões de empresas apontadas como integrantes da organização investigada.
A defesa do cantor, representada pelo advogado Luiz Flávio Borges D’Urso, negou qualquer participação de Alexandre Pires nas atividades investigadas pela Polícia Federal. Em nota, o advogado afirmou que o artista nunca teve envolvimento com garimpo ou extração de minérios, especialmente em terras indígenas.
“Alexandre Pires não tem e nunca teve qualquer envolvimento com garimpo ou extração de minério, muito menos em área indígena”, afirmou a defesa. O documento também destaca a trajetória profissional do cantor e ressalta sua atuação no cenário musical brasileiro.
Ao final da manifestação, a defesa declarou que Alexandre Pires não praticou qualquer irregularidade e afirmou que essa posição estaria sendo demonstrada no decorrer das investigações. Até o momento, as apurações da Polícia Federal continuam, e a investigação deverá esclarecer a origem dos valores recebidos e eventual relação do cantor com as empresas citadas no caso.
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