Após reeleitos, o presidente da Câmara dos Deputado, Arthur Lira (PP-AL) e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), prometeram uma postura mais firma no combate ao desmatamento ambiental que assolou o Brasil em 2022, registrando recordes negativos em queimadas por ações humanas e altas temperaturas. A fala de ambos aconteceu na solenidade de posse de sua nova gestão.
A mudança mais radical foi observada em Lira, haja vista sua aliança com o ex-presidente Jair Bolsonaro, permitindo que pautas consideradas nocivas para a agenda ambiental e aos povos indígenas tivessem progresso. O parlamentar atuou na tramitação Projetos de Lei como o PL 191/20, responsável por regulamentar a mineração dentro das terras indígenas. Após a posse de Lula, Arthur adotou um tom respeitoso ao meio ambiente. “Sabemos o valor da preservação da nossa Amazônia, do Pantanal, da Mata Atlântica, de nossos rios, lagoas e mares. Nossos povos originários precisam da mão protetora do Estado, da assistência e solidariedade de todos e todas”, declarou.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, apresentou-se com uma postura menos agressiva. “Este Senado teve o comprometimento de conter medidas ambientais que eram mal vistas pela população internacional e que estavam a comprometer a economia brasileira, em estado de vigilância. O Brasil estava caminhando a passos largos para ser um pária internacional em função de seu não compromisso com o fim do desmatamento ilegal da Amazônia e dos nossos biomas”, afirmou Pacheco.
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