O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), recuou e decidiu manter a escolta de segurança da deputada Talíria Petrone (PSOL-RJ), após a parlamentar denunciar nas redes sociais a retirada da proteção. Desde 2020, Talíria é acompanhada por agentes da Polícia Legislativa Federal (PLF) devido a ameaças recorrentes de morte.
Segundo a Câmara, a retirada da escolta havia sido baseada em um parecer técnico da PLF, que concluiu não haver, no momento, ameaças recorrentes contra a deputada. O documento foi elaborado a partir de consultas realizadas com o apoio da Polícia Civil do Rio de Janeiro, do Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) e da Polícia Federal (PF).
Diante da repercussão do caso, a Mesa Diretora decidiu manter a escolta de forma provisória até a conclusão da análise do pedido de reconsideração apresentado por Talíria Petrone. A decisão final sobre a continuidade da proteção ainda será tomada pela Casa.