O presidente da Câmara dos Estados Unidos, o republicano Mike Johnson, decidiu ontem (22) antecipar o recesso parlamentar. A movimentação é vista como uma manobra para adiar uma possível votação que poderia obrigar o governo Donald Trump a divulgar documentos relacionados ao caso Jeffrey Epstein, acusado de tráfico de pessoas e abuso sexual de menores de idade.
A decisão, que interrompeu os trabalhos legislativos, também ocorre após o Comitê de Supervisão da Câmara aprovar uma intimação para que Ghislaine Maxwell, ex-namorada de Epstein, preste NOVO depoimento.
O início do recesso da Câmara foi antecipado em um dia para esta quarta-feira (23) e terá duração de cinco semanas. Johnson afirmou que a decisão é para evitar o que chamou de "jogos políticos".
O episódio gerou uma série de teorias da conspiração sugerindo que ele teria sido assassinado devido a interesses de poderosos que desejavam esconder sua relação com o esquema de pedofilia e exploração sexual de menores.
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