Revolucionária em uma época em que a ciência era dominada pelos homens, Marie Sklodowska Curie, cientista física e química polonesa, se tornou a primeira mulher na história vencedora de um Prêmio Nobel. Marie também foi responsável pela descoberta da radioatividade e de novos elementos químicos. Devido a sua grande exposição aos elementos químicos, ela veio a falecer. No entanto, passado mais de um século desde sua morte, seus cadernos e anotações continuam emitindo radioatividade.
Motivada por seu pai a entrar para o mundo da ciência, Maria terminou os estudos aos 15 anos, e após isso, mudou-se para Paris, onde trabalhou como professora. Em 1883, graduou-se em Física e Matemática pela Universidade de Sourbonne, tornando-se, mais tarde, a primeira mulher a lecionar nessa importante instituição de ensino europeia.
Após formada, Maria classificou-se para o mestrado em Matemática, onde futuramente conheceu aquele que se tornaria seu Marido, o físico Pierre Curie. Juntos, o casal estudou a fundo sobre química, até que descobriram a radioatividade. Em 1896, o cientista Antoine Henri Becquerel incentivou o casal Curie a estudar as radiações por ele descobertas, emitidas pelos sais de urânio.
As pesquisas resultaram na descoberta de dois novos elementos químicos: o polônio, que ganhou este nome em homenagem ao país natal dela, e o rádio. A realização inédita abriu espaço para a pesquisa científica médica avançar aos níveis que constatamos nos dias atuais. Mas, nos dias atuais, cientistas que quiserem ter acesso a seus estudos, precisam usar uma roupa fortemente revestida para evitar a grande radiação que seus cadernos possuem, mesmo com mais de um século após sua morte.
Copyright © 2021-2026. Onjornal - Todos os direitos reservados.