A capacidade de geração de energia elétrica no Brasil aumentou 4,85 gigawatts (GW) entre janeiro e agosto de 2026, com destaque para a energia solar, responsável pela maior parte da expansão. Somente em agosto, 20 novas usinas entraram em operação comercial, acrescentando quase 2 GW à matriz elétrica brasileira, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).
No acumulado do ano, 75 usinas solares fotovoltaicas adicionaram 3,52 GW de capacidade ao sistema. As termelétricas contribuíram com outros 1,08 GW. A expansão alcançou 15 estados, com Mato Grosso do Sul na liderança, seguido pelo Pará e pelo Rio Grande do Norte.
O crescimento amplia a capacidade instalada de geração de eletricidade no país e reforça a participação das fontes renováveis na matriz elétrica. Em 8 de setembro, o Brasil registrava 220,66 GW de potência fiscalizada em usinas centralizadas, dos quais 84,67% correspondiam a fontes renováveis, conforme dados da ANEEL. O aumento da capacidade, porém, não significa necessariamente redução na conta de luz ou maior produção efetiva de energia.
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