Uma jovem da Carolina do Sul, nos Estados Unidos, chamada Kaylee Muthart, reconstruiu sua vida após um incidente devastador de automutilação induzido por drogas. Aos 20 anos, ela, sob o efeito de metanfetamina, arrancou os próprios olhos durante uma alucinação severa, acreditando que isso salvaria o mundo.
O uso de substâncias começou devido ao seu diagnóstico de transtorno bipolar, levando-a a interpretar de forma errada textos religiosos e a acreditar que a metanfetamina a aproximaria de Deus. O episódio ocorreu após um aumento no uso de drogas, mesmo com tentativas frustradas de parar.
Durante a alucinação, Kaylee sentiu que precisava fazer um sacrifício para evitar o fim do mundo. Ela descreveu o ato de arrancar os próprios olhos como "a coisa mais difícil" que já fez, e as drogas aliviaram a dor do trauma. Levado ao hospital, ela passou por uma cirurgia emergencial para remover os restos. Nos anos seguintes, Kaylee aprendeu a viver sem visão, adaptando-se à cegueira e experimentando alucinações visuais que ela acredita serem uma forma de Deus não deixá-la na escuridão.
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