O Primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, teria desfeito o Gabinete de Guerra de Israel, após a ofensiva militar contra o Hamas na Faixa de Gaza, segundo vários meios de comunicação social israelenses, incluindo o Jerusalem Post, na segunda-feira (17).
A decisão de dissolver o gabinete, criado em 11 de outubro de 2023, foi anunciada pelo primeiro-ministro, após reunião governamental. O comunicado se deu uma semana após Benny Gantz e seu parceiro Gadi Eisenkot terem abandonado o Gabinete de Guerra devido a divergências com Netanyahu.
Para o primeiro-ministro israelense, o ex-ministro «tomou decisões que nem sempre foram aceitáveis para os escalões militares» na tentativa de «cumprir o objetivo de eliminar as capacidades do Hamas. O jornal israelense Haaretz noticiou que a dissolução do gabinete tem como objetivo evitar a inclusão dos ministros mais extremistas, como o de Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir.
Algumas das questões tratadas pelo Gabinete de Guerra passarão a ser discutidas pelo Gabinete de Segurança, mas as decisões mais sensíveis serão tomadas por um conselho mais restrito, segundo o diário.
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