O Bradesco agradou analistas com o resultado do primeiro trimestre, com o lucro de R$ 5,86 bilhões superando previsões do mercado, assim como o índice de rentabilidade ROAE de 14,4%, fazendo as ações dispararem 15%.
“Ao contrário dos trimestres anteriores, este é talvez o primeiro trimestre em que a tendência de receita orgânica sugere uma melhora estrutural, sem saltos relevantes em nenhuma das linhas restantes”, afirmaram Gustavo Schroden e equipe.
Os analistas do Citi ponderaram que o Bradesco continua com desafios pela frente, já que as receitas e despesas não decorrentes de juros devem continuar pressionando os resultados.
“Mas reconhecemos que os esforços do banco estão começando a dar frutos com um perfil de risco mais equilibrado”, afirmaram.
“No geral, uma leitura construtiva para a recuperação e credibilidade do Bradesco”, acrescentaram.
Por volta de 10h35, as preferenciais do banco disparavam 13,5%, a R$ 14,8, entre os melhores desempenhos do Ibovespa, que subia quase 2%. Na máxima, as PNs chegaram a R$14,99 (+14,95%).
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