Planejados para receber um determinado número de cães e gatos, os abrigos das ONGs ou as casas de protetores independentes convivem com o problema da falta de espaço e estrutura para dar conta da demanda diária de resgates.
A chegada das festas de fim de ano e das férias escolares agrava uma situação já prejudicada pela pandemia – pela pausa nos eventos de adoção – e é uma preocupação a mais para quem dedica a vida a cuidar dos animais.
Aumento do abandono de animais no fim de ano preocupa abrigos
Ao viajar, tutores devem garantir a melhor opção de cuidado para o pet, evitando acréscimo de resgates de cães e gatos feitos a ONGs e protetores
Planejados para receber um determinado número de cães e gatos, os abrigos das ONGs ou as casas de protetores independentes convivem com o problema da falta de espaço e estrutura para dar conta da demanda diária de resgates.
A chegada das festas de fim de ano e das férias escolares agrava uma situação já prejudicada pela pandemia – pela pausa nos eventos de adoção – e é uma preocupação a mais para quem dedica a vida a cuidar dos animais.
“É uma época que temos de tomar bastante cuidado e conscientizar as pessoas que o abandono é crime, que os animais não se viram sozinhos, que sofrem bastante e podem morrer atropelados, envenenados, é algo muito grave”, alerta a gerente de projetos da AMPARA Animal, Rosângela Gebara.