quinta, 23 de abril de 2026
15/12/2025   10:20h - Mundo

Atentado durante celebração judaica na Austrália deixa 15 mortos e levanta debate sobre leis de armas

Os dois suspeitos do ataque terrorista ocorrido durante uma celebração judaica neste domingo (14), na Austrália, são pai e filho, segundo a polícia de Nova Gales do Sul. O pai, de 50 anos, foi morto durante a ação policial, enquanto o filho foi detido após sofrer ferimentos, mas permanece em condição estável. O atentado deixou ao menos 15 mortos e 42 pessoas feridas, todas encaminhadas para hospitais da região.


De acordo com as autoridades, o suspeito mais velho possuía licença para seis armas de fogo há pelo menos dez anos, e todas foram recuperadas pela polícia após o ataque. Nenhum dos dois tinha antecedentes criminais. Durante as buscas no local, os agentes encontraram dois artefatos explosivos improvisados ainda ativos, que foram desarmados com segurança. O comissário da polícia, Mal Lanyon, descartou a participação de uma terceira pessoa na ação.


As vítimas têm idades entre 10 e 87 anos, reforçando a gravidade do ataque, que atingiu pessoas de diferentes faixas etárias. O governador de Nova Gales do Sul, Chris Minns, afirmou que as atuais leis de licenciamento de armas “quase certamente” passarão por reformas após o episódio, destacando a necessidade de revisar os mecanismos de controle para evitar novas tragédias semelhantes.

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