Pelo menos 405 pessoas morreram na Faixa de Gaza desde o início do cessar-fogo firmado em outubro de 2025, segundo dados do Ministério da Saúde local. O balanço reflete a continuidade de ataques israelenses isolados e a recuperação de corpos sob escombros, somando-se a um cenário de 1.115 feridos no período. Desde o começo do conflito, em outubro de 2023, o total acumulado de vítimas fatais já ultrapassa a marca de 70 mil.
A situação humanitária é agravada pela chegada do inverno, que tem causado o desabamento de edifícios já fragilizados por bombardeios anteriores. Equipes de resgate enfrentam dificuldades extremas para alcançar vítimas em estradas bloqueadas e áreas de difícil acesso, enquanto o sistema de saúde luta para atender milhares de civis com sequelas permanentes e amputações.
Atualmente, Israel mantém o controle de 54% da Faixa de Gaza, com tropas posicionadas na chamada “linha amarela”. Embora ocorram disparos diários contra suspeitos, mediadores internacionais, liderados pelos Estados Unidos, afirmam que há avanços nas negociações para a segunda fase do plano de paz, visando estabilizar a região e interromper definitivamente as hostilidades.
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