Cerca de 50 pessoas morreram em um ataque armado no leste de Burkina Faso na quarta-feira (25). A informação foi confirmada na quinta (26) por Hubert Yameogo, governador da região, e reproduzida pela agência Reuters.
Yameogo não informou se as forças de segurança já descobriram quem foram os autores do ataque, que ocorreu na região de Madjoari, província de Kompienga. As vítimas viajavam para uma cidade próxima à comuna de Pama, na fronteira com Benin e Togo. A área tem forte presença de grupos jihadistas ligados à Al-Qaeda e ao Estado Islâmico.
Num desses episódios, 11 soldados do exército burquinabê morreram e mais de 20 ficaram feridos em um ataque realizado por jihadistas contra uma base militar no leste do país, no dia 19 de maio. A ação também ocorreu em Madjoari e terminou com a morte de 15 extremistas.
Burkina Faso convive desde 2015 com a violência de facções da Al-Qaeda e do EI, insurgência que levou a um conflito com as forças de segurança e matou milhares de pessoas. Grupos armados lançam ataques ao exército e a civis, desafiando também a presença de tropas francesas e internacionais.
Casos mostram que o Brasil é um porto seguro para extremistas. Em dezembro de 2013, levantamento do site The Brazil Business indicava a presença de ao menos sete organizações terroristas no Brasil: Al Qaeda, Jihad Media Battalion, Hezbollah, Hamas, Jihad Islâmica, Al-Gama’a Al-Islamiyya e Grupo Combatente Islâmico Marroquino.
Copyright © 2021-2026. Onjornal - Todos os direitos reservados.