A crescente preocupação com bebidas adulteradas com metanol tem levado consumidores a redobrarem a atenção ao adquirir produtos alcoólicos. Eduardo Cidade, presidente da Associação Brasileira de Bebidas Destiladas, orienta que o lacre das garrafas é um dos principais indicadores de autenticidade. Segundo ele, lacres originais apresentam alinhamento perfeito, resultado do processo industrial, enquanto falsificações geralmente exibem assimetria e posicionamento irregular, fruto de instalação manual.
Além do lacre, o rótulo e o contrarrótulo são fundamentais na verificação. Produtos legítimos comercializados no Brasil devem conter informações completas sobre a produção, como número de registro no Ministério da Agricultura, data de fabricação e lote. O volume do líquido também segue um padrão definido, e qualquer variação pode indicar adulteração, alerta Cidade.
A própria garrafa também merece atenção: embalagens originais são utilizadas apenas uma vez, e sinais de reutilização podem indicar risco, mesmo quando os lacres parecem intactos. A Associação Brasileira de Bebidas Destiladas disponibiliza orientações adicionais em seu site oficial, compartilhando essas informações com órgãos fiscalizadores e estabelecimentos comerciais para reforçar a segurança do consumidor.
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