Laços quando rompidos costumam gerar um grande trauma emocional em nosso psicológico. No entanto, é curioso analisar as diferentes formas que os cérebros humanos podem lidar com a dor de perder alguém que amamos. Entenda nesta matéria as diferentes formas como nosso cérebro processa o luto.
Apesar de muitos estudos já terem analisado o efeito do luto no cérebro humano, existem explicações científicas que detalham passo a passo como a mente trabalha diante da tristeza gerada pelo falecimento de um parente por exemplo. A amígdala cerebral, responsável por processar as emoções, aciona mecanismos de defesa para nos ajudar a lidar com esse novo perigo. Por isso existe a expressão “a ficha não caiu ainda”, pois no começo nosso cérebro está processando a informação de que alguém acaba de partir dessa para melhor.
Automaticamente após isso, nosso coração acelera seus batimentos e a respiração. A estratégia de ficar ofegante serve para relaxar e suavizar nosso lado emocional. Dra. Lisa M. Shulman, neurologista, afirma que o trauma e a forma como lidamos com ele é resultado das profundas mudanças que vivemos na vida. Para lidar com o luto de forma saudável, é necessário dar tempo a si mesmo e respeitar seu processo único de recuperação. É natural que a memória da perda gere um sentimento de tristeza. Contudo, conforme o tempo passa e o cérebro processa essa situação, é esperado que o indivíduo sinta menos tristeza.
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