Estudo analisou 261 unidades de conservação da Amazônia e revelou um paradoxo preocupante: as áreas mais importantes para a biodiversidade são justamente as que recebem menos investimento em gestão.
Foram identificadas 65 unidades de altíssima prioridade para a conservação da Amazônia, territórios que combinam alta diversidade de espécies ameaçadas e grande pressão por desmatamento e degradação. Dessas áreas, 50 dessas têm gestão considerada fraca ou regular.
Apenas oito unidades prioritárias apresentaram uma ótima gestão, como a Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá e a Reserva Biológica do Gurupi. Para evitar esse desfecho, é fundamental que as áreas protegidas tenham equipes técnicas preparadas e orçamento suficiente para executar ações estratégicas.
Copyright © 2021-2026. Onjornal - Todos os direitos reservados.