O consumo de azeites de oliva de baixa qualidade ou adulterados pode representar um risco à saúde, segundo especialistas. Muitos produtos disponíveis no mercado são misturados com óleos refinados ou mal armazenados, o que compromete seus benefícios e pode até conter substâncias prejudiciais.
A chef de cozinha e especialista em azeites Leninha Camargo orienta que o consumidor fique atento a sinais importantes no momento da compra: o rótulo deve apresentar data de envase e validade, origem do produto, nome do produtor e lacre de segurança. A embalagem ideal é em vidro escuro, que protege o conteúdo da luz e do calor.
Leninha destaca ainda que selos de certificação como Denominação de Origem Protegida (DOP) e Indicação Geográfica Protegida (IGP) são bons indicativos de autenticidade, assim como prêmios internacionais. Ela alerta para um erro comum: confundir acidez com sabor picante A análise sensorial, segundo a especialista, continua sendo essencial para detectar defeitos como ranço e mofo e garantir que o azeite seja realmente extravirgem.
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