Na manhã de 9 de janeiro de 2004, a mãe de Priscila e Vitor Belfort, Jovita, deixou a filha em uma esquina da Avenida Presidente Vargas. A jovem entrou no prédio em que ficava o escritório da Secretaria de Esportes do Rio de Janeiro, onde trabalhava. Colegas contaram que Priscila saiu para almoçar, e nunca mais voltou.
Em 2020, uma mulher chegou a afirmar saber o que havia acontecido com Priscila e chegou a alegar que ela teria sido morta por uma dívida que tinha com um traficante.
No entanto, a hipótese foi desmentida e mesmo após mais de 19 anos do crime, a mulher jamais foi encontrada. A dúvida sobre o paradeiro da jovem segue atormentando a mente dos familiares.
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