A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tem maioria dos votos dos diretores para manter a proibição sobre a comercialização, fabricação, armazenamento, transporte e propaganda dos cigarros eletrônicos no Brasil. A votação foi iniciada nessa sexta-feira (19).
É importante destacar que a discussão no Congresso sobre drogas ilícitas é diferente do debate da Anvisa, que não criminaliza o uso de cigarros eletrônicos no Brasil. O que está em questão é a criação de normas para comercializar o produto no país de forma geral.
O resultado ocorreu durante reunião da Diretoria Colegiada (Dicol) da Anvisa, com três votos até o momento, contra a regulamentação dos chamados "vapes". A opinião geral dos diretores que votaram a favor da proibição considerou que as políticas de saúde devem desestimular e até mesmo proibir o uso dos cigarros eletrônicos.
Durante a reunião virtual, a Dicol acatou a sugestão da diretora Danitza Buvinich, que permite a importação de vapes apenas por parte de institutos de pesquisa credenciados, para que possam elaborar novos estudos sobre o produto.
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