quinta, 23 de abril de 2026
31/01/2023   17:00h - Curiosidades

Antiga punição mais cruel de todas, a guilhotina possui uma origem curiosa

A humanidade ao longo de sua história registrou diversas maneiras e bem cruéis de punir alguém. Desde torturas, envenenamento, choques elétricos ou até mesmo desidratação, nenhum deles foi tão forte como o corte rápido de cabeças causado por guilhotinas. Essa execução, criada no século XVI, possui uma origem intrigante.

 

“Cortem a cabeça”! Essa frase era muito comum em 1790, na época chamada de “Reinado do Terror”, na França antiga. A época foi a que mais utilizou a punição criada na era medieval. As primeiras versões, muito mais rústicas, consistiam em um machado que deslizava de uma altura capaz de cortar completamente uma cabeça, ou fazer um baita estrago. Uma das primeiras execuções foi ordenada por Tito Mânlio, um político e general romano tão cruel que puniu até mesmo seu próprio filho com a guilhotina por desobediência. , que mandou cortar a cabeça do seu próprio filho porque ele o desobedeceu.

 

Na Idade Média, a guilhotina ainda era mais rústica. Ela era uma estrutura de madeira alta e vertical e, em seu topo, uma lâmina ponderada e angular. Uma das primeiras inventadas foi a chamada Halifax Gibbet, que usava uma cabeça de machado que deslizava. Ela foi usada no século XVI na cidade de Halifax em West Yorkshire, na Inglaterra.

 

Já o nome deste instrumento surgiu em memória do médico francês Joseph-Ignace Guillotin, que mesmo não tendo inventado a guilhotina, ficou famoso por conta de seu posicionamento forte contra a pena de morte. No entanto, mesmo sendo contrário, Guillotin admitiu que a decapitação pela máquina seria uma coisa rápida e igualitária do que aquelas que eram feitas com espadas ou machados. O real criador do protótipo foi o cirurgião e fisiologista francês Antoine Louis, que junto Tobias Schmidt, um fabricante de cravos alemão, construíram a primeira guilhotina.

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