A Anistia Internacional publicou nesta terça-feira (1º) um relatório acusando o governo de Israel de submeter os palestinos a um sistema de apartheid baseado em políticas de "segregação, expropriação e exclusão" que equivalem a crimes contra a humanidade.
O governo israelense disse que o relatório "consolida e recicla mentiras" de grupos de ódio e foi projetado para "despejar combustível no fogo do antissemitismo" e acusou a Anistia Internacional de usar "duplos padrões e demonização para deslegitimar Israel”.
O documento da Anistia Internacional, uma ONG de direitos humanos com sede no Reino Unido, acusa o governo israelense de praticar uma política de segregação de palestinos e árabes israelenses, descendentes dos palestinos que permaneceram no país após a criação do Estado hebraico em 1948.
A ONG diz que a conclusão é baseada em pesquisas e análises legais sobre a apreensão israelense de terras e propriedades palestinas, assassinatos ilegais, transferência forçada de pessoas e negação de cidadania.
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