O Jacaré do pantanal é uma espécie que habita áreas alagadas não só do pantanal, mas também na Bolívia, Paraguai e Argentina.
Sua existência corre risco de extinção devido a grande procura ambiciosa pelo seu couro gerando a caça ilegal
Essa espécie pode atingir cerca de 3 m de comprimento, mas apesar do tamanho, ainda é menor e menos agressivo que o Jacaré-açu da Amazônia. O Jacaré-do-Pantanal é considerado um dos maiores predadores das águas do Pantanense.
Se alimenta de vários animais, como peixes, aves, mamíferos, moluscos e até mesmo outros répteis. Uma curiosidade deste incrível animal, é que eles fazem ninhos nas matas na borda dos rios, próximos a lagoas e também na vegetação flutuante (conhecidas como ilhas de aguapé). Estudos da Embrapa Pantanal concluíram que a temperatura de incubação dos ovos pode determinar o sexo dos filhotes.
Medem em média 1 m de comprimento, podendo chegar até 2 m e pesam em torno de 22 kg, mas alguns machos (que geralmente são maiores) podem alcançar a incrível marca de 34 kg. Se alimentam principalmente de peixes, mas também podem se alimentar de algumas aves, pequenos mamíferos, répteis e até alguns invertebrados.
Vivem em grupos que podem variar de tamanho de acordo com a região, podendo ter de até 20 indivíduos, formados por um casal dominante. O bando constrói locas para usar como abrigo, latrinas para deposição de fezes e urina e os campsites que são locais para descansarem e marcar território dentro da sua área de caça.
A espécie possui uma grande área de abrangência, do sul da Amazônia, um pedaço da caatinga e do Cerrado e também nos Pampas, além do Brasil também se encontra no Peru, Bolívia, Paraguai,
Considerado como o maior cervídeo da América Latina, as fêmeas são menores que os machos, que, possuem chifres ramificados e podem pesar até 130 kg. São animais herbívoros que se alimentam de macrófitas (plantas aquáticas) de folha larga, gramíneas e leguminosas. De hábitos normalmente solitários, mas podem formar pequenos grupos. Sua espécie de conservação exige atenção.
Uma adaptação marcante que permite a esses animais permanecerem por longos períodos na água é uma membrana protetora em seus cascos, que facilita a locomoção deste animal nas áreas alagadas.
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