A taxa de informalidade para o Amazonas, no 2º trimestre, foi de 57,7% da população ocupada (1.008 mil trabalhadores); mantendo a terceira maior taxa entre Estados e Distrito Federal. As maiores taxas ficaram com o Pará (61,8%), Maranhão (59,4%) e Amazonas; e as menores, com Santa Catarina (27,2%), São Paulo (31,1%) e Distrito Federal (31,2%).
Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgados hoje (12), pelo IBGE.
A informalidade no Estado manteve-se estável em relação ao 1º trimestre de 2022 (58,1%), caindo 0,4 ponto percentual. Embora ainda seja considerada elevada, é a taxa mais baixa registrada desde o 3º trimestre de 2020.
A informalidade é formada por uma proxy de categorias de empregos: a) Empregado no setor privado sem carteira de trabalho assinada; b) Empregado doméstico sem carteira de trabalho assinada; c) Empregador sem registro no CNPJ; d) Trabalhador familiar auxiliar e e) Trabalhador por conta própria sem registro no CNPJ. Nelas estão os mais diversos profissionais: Um empregado de uma empresa que não tem certeira assinada; a empregada doméstica, cuidador de idoso, jardineiro sem carteira; o dono de um negócio grande ou pequeno que não tem CNPJ (médico, pedreiro, motorista de aplicativo, vendedor ambulante etc.); ou até mesmo uma pessoa que ajuda um familiar na roça, na pescaria, no comércio ou num negócio qualquer.
O trabalhador por conta própria sem CNPJ é a categoria que concentra a maior quantidade de trabalhadores informais (564.000), no Amazonas; seguida dos empregados do setor privado sem carteira assinada (211.000).