O Estado do Amazonas assinalou no 1º trimestre de 2021, a segunda taxa de informalidade (59,6%) e de trabalhadores por conta própria do País (35,4%) de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios (Pnad Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta quinta-feira (27).
A taxa de desocupação do País no 1° trimestre de 2021 foi de 14,7%, o maior desde 20212 e um aumento de 0,8 ponto percentual (p.p), em relação ao trimestre de outubro a dezembro de 2020 (13,9%) e aumento de 2,5 p.p. frente ao mesmo trimestre de 2020 (12,2%).
Frente ao trimestre anterior, a taxa de desocupação avançou em oito unidades da Federação, com estabilidade nas demais. Os maiores aumentos foram no Tocantins (5,8 p.p.), Pará (2,9 p.p.), Maranhão (2,5 p.p.) e Piauí (2,5 p.p.).
As maiores taxas de desocupação foram em Pernambuco e Bahia (ambos com 21,3%), seguidos por Sergipe (20,9%) e Alagoas (20,0%). As menores taxas foram as de Santa Catarina (6,2%), Rio Grande do Sul (9,2%), Paraná (9,3%) e Mato Grosso (9,9%), as únicas abaixo de 10,0%.
O percentual de empregados com carteira de trabalho assinada era de 75,3% dos empregados do setor privado. Os maiores percentuais estavam em Santa Catarina (88,4%), Rio Grande do Sul (84,7%), Paraná (83,8%) e São Paulo (82,7%) e os menores, no Maranhão (48,0%), Piauí (54,5%) e Pará (54,6%).
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