Um auditório transformado em assembleia internacional, com jovens discutindo meio ambiente, direitos humanos e segurança mundial. Esse é o cenário da sétima edição da simulação da ONU promovida pela Escola Waldorf Rudolf Steiner, em São Paulo. A atividade coloca os estudantes no papel de delegados, representando países e negociando resoluções em uma dinâmica inspirada nos Model United Nations (MUN).
Mais do que um exercício acadêmico, a proposta busca estimular a pesquisa, a argumentação e o pensamento crítico. “A simulação ajuda os alunos a compreenderem a complexidade das relações internacionais e a importância da cooperação para resolver desafios comuns”, explica Fernanda Martins Fontes, professora e tutora do Ensino Médio. Durante a atividade, os jovens elaboram discursos, constroem alianças diplomáticas e votam propostas, sempre seguindo protocolos internacionais.
A iniciativa reforça a pedagogia Waldorf, que une o conhecimento acadêmico a experiências sociais para formar cidadãos críticos e engajados. Além de aprofundar temas atuais, os alunos desenvolvem habilidades socioemocionais essenciais, como liderança, diplomacia e resolução de conflitos. “Participar dessas simulações é conectar a escola ao mundo real, ampliando a visão cultural e preparando os jovens para uma atuação ética e responsável na sociedade”, conclui a pedagoga.
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