As taxas de juros são uma dor de cabeça para muitos brasileiros, e para os bancos, a tática é bastante útil. Em 2023, os bancos pretendem promover uma alta nos juros para conter alta no consumo e inflação no Brasil.
A estimativa da área de pesquisa macroeconômica do banco Santander aponta que quanto mais contracionista for o nível da taxa de juros, maior será o esfriamento da atividade econômica, encarecendo o crédito e desestimulando o consumo exagerado.
O cálculo do considera a diferença entre as taxas de juros real e neutra. A primeira é medida pelas expectativas para a taxa básica (Selic) e para a inflação 18 meses à frente, período que abrange o efeito máximo da política monetária, impactando a economia dos juros definidos pelo Banco Central.
Recém empossado no Ministério da Fazenda, Fernando Haddad comentou que o Brasil está com os juros mais altos do mundo em termos reais, e se faz necessário buscar um entendimento entre a autoridade fiscal e o Banco Central. “A equipe econômica estuda medidas para reduzir o déficit nas contas públicas neste ano”, destacou.
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