As queimadas em Mato Grosso, agravadas pela baixa umidade do ar, estão causando aumento no atendimento médico por problemas respiratórios em comunidades indígenas da região, especialmente no pantanal.
Segundo profissionais do Dsei (Distrito Sanitário Especial Indígena) de Cuiabá, falta de ar e tosse, além de casos de desidratação, são as queixas mais frequentes.
Vanessa Truká, enfermeira do Dsei Cuiabá, polo responsável pelo atendimento da maior parte dos casos, diz que os indígenas estão recebendo suporte com EPIs (equipamentos de proteção individual), máscaras e hidratação nas próprias comunidades. Mas, segundo ela, muitos necessitam de encaminhamento médico devido à intensa exposição à fumaça. "Os casos ocorrem especialmente entre aqueles na linha de frente, combatendo o fogo", afirma.
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