Um estudo, publicado na revista científica Proceedings of the Royal Society B, utilizou capacetes de rastreamento ocular para analisar o comportamento dos cães diante de diferentes estímulos. Foram recrutados 20 cachorros de diversas raças, incluindo poodles, pastores australianos e vira-latas. Durante os testes, cada cão interagia individualmente com um cientista em um ambiente controlado.
Durante o experimento, duas tigelas foram posicionadas em lados opostos, sendo que apenas uma delas continha uma guloseima escondida. Assim, os pesquisadores testaram quatro formas de interação: olhar para a tigela sem apontar, apontar para a tigela enquanto olhavam para o cachorro, fingir arremessar algo e, por fim, apontar e olhar simultaneamente para o objeto desejado.
Os resultados do estudo mostraram que, embora o simples ato de olhar ou apontar já ajudasse a direcionar a atenção do animal, a combinação dessas duas ações era a mais eficaz. Os pesquisadores concluíram que a combinação de olhar e apontar para um objeto foi a maneira mais eficiente de guiar a atenção dos cães.
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