Uma aeronave colidiu, na sexta-feira (26), contra a Citic Tower, conhecida como China Zun, o maior arranha-céu de Pequim, com 109 andares e 528 metros de altura. O acidente ocorreu por volta das 17h40 (horário local) no distrito financeiro de Chaoyang, uma das zonas mais movimentadas da capital chinesa. O impacto causou pânico nas ruas devido à queda de destroços, e vídeos nas redes sociais registraram o que parece ser a cauda do avião despencando por dezenas de andares do edifício emblemático.
Até o momento, as autoridades chinesas não divulgaram informações oficiais sobre o número de vítimas, a quantidade de pessoas a bordo ou as causas da colisão, mantendo em sigilo se o voo era privado ou comercial. Testemunhas relataram ter ouvido um forte estrondo no momento do impacto, seguido por uma rápida evacuação do prédio coordenada pelas equipes de emergência. A polícia isolou completamente a região e interrompeu o trânsito nos arredores do centro financeiro.
O incidente traz novamente o debate sobre a segurança de megaconstruções na China, que em 2021 proibiu novos edifícios com mais de 500 metros de altura justamente por preocupações estruturais. Além disso, a capital chinesa mantém restrições severas no espaço aéreo urbano, incluindo a proibição total do uso de drones sem autorização governamental prévia em toda a sua jurisdição.
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