Três estudantes de apenas 14 anos de Santa Rita d’Oeste, no interior de São Paulo, desenvolveram o AquaLab IA, um sistema autônomo que utiliza inteligência artificial para monitorar a qualidade da água. O projeto foi um dos grandes destaques da FEBRACE 2026, conquistando prêmios por sua proposta inovadora de democratizar o acesso à vigilância hídrica com tecnologia de baixo custo.
O protótipo utiliza machine learning, visão computacional e microscopia para analisar 10 parâmetros essenciais à saúde, como pH, turbidez e a presença de coliformes. Inspirados por dados da OMS que alertam sobre as milhões de mortes anuais causadas por água contaminada, os jovens Daniel Fernandes, Raynan Garrio e Tiago Dias criaram uma solução capaz de gerar dados vitais para a preservação ambiental.
Graças ao excelente desempenho na feira nacional, o grupo representará o Brasil na Regeneron ISEF 2026, a maior competição científica pré-universitária do mundo, que acontece em maio nos Estados Unidos. O projeto faz parte de uma delegação paulista premiada que busca levar soluções tecnológicas brasileiras para o centro do debate científico global em Phoenix.
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