Kathleen Folbigg está presa há quase 18 anos, acusada de ter matado seus quatro filhos ainda bebês. O primeiro deles, Caleb, morreu com apenas 19 dias de vida. Depois, seus outros irmãos, Patrick, Sarah e Laura, que nasceriam a seguir, também acabariam falecendo misteriosamente, todos ao longo de um período de dez anos.
Na época do julgamento do caso, que se deu em 2003, Folbigg foi acusada de tê-los assassinado por meio de sufocamento, contudo, as evidências científicas apontam que não foi isso que aconteceu. Na verdade, de acordo com os especialistas, as crianças teriam morrido de causas naturais, portanto, Kathleen seria inocente.
De acordo com o ex-juiz que comandou a investigação, Reginald Blanch, "a única conclusão razoável continua sendo que alguém prejudicou intencionalmente as crianças, e o método óbvio era sufocá-las". Ele ainda afirma que a Justiça condenou a mãe porque "as evidências não apontavam para ninguém além de Folbigg."
No início de março, um grupo de 90 cientistas entregaram um abaixo-assinado ao governador do Estado de Nova Gales do Sul, pedindo que Folbigg fosse inocentada, de acordo com a BBC.
Entre eles estão pessoas muito conceituadas, como dois ganhadores do Nobel, duas pessoas nomeadas 'Australianos do Ano', além do ex-Cientista-Chefe e presidente da Academia Australiana de Ciências, John Shine.
Todos eles afirmam que a condenação da mulher foi um grande erro e que não havia evidências de que ela era culpada.
Copyright © 2021-2026. Onjornal - Todos os direitos reservados.