As ações do Bradesco (BBDC4) recuaram 1,44%, em sessão na qual passou o tempo todo no vermelho. O balanço do terceiro trimestre mostrou recuperação ainda lenta e queda da margem financeira com clientes foi destaque negativo. A sensação é de que o pior já passou, mas rentabilidade de 20% ainda é “sonho distante”. Agora, banco mira na recuperação de margem com clientes após pisar no freio com micro e pequenas empresas.
Outros bancos, porém, sextaram com tranquilidade. O Banco do Brasil (BBAS3) subiu 1,47%, o Itaú Unibanco (ITUB4) valorizou 1,20% e o Santander (SANB11) ganhou 1,19%, salvando o setor e contribuindo para que a Bolsa não afundasse.
Parece até que o dia foi ruim para o Ibovespa, diante de tantos nomes importantes com performances negativas. Mas, para além dos bancos, outros pesos-pesados fizeram dessa uma sexta-feira feliz.
Vale (VALE3) subiu 1,53%, com minério de ferro em Dalian, na China, indo à máxima de 2 anos, diante das esperanças de demanda e temor sobre oferta.
B3 (B3SA3) disparou 4,85%, após balanço que mostrou receita líquida de R$ 2,25 bilhões no trimestre encerrado em setembro, diminuição de 0,4% na comparação ano a ano. A B3 ainda alertou que a Selic acima de 12% e o cenário externo não têm favorecido mercado de ações.
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