A ação do Banco do Brasil (BBAS3) viveu novo capítulo de desvalorização no Ibovespa. O papel caiu 3,18% e o resultado poderia ter sido pior, uma vez que o ativo abriu a sessão de terça-feira, 2, com desvalorização em torno de 6%. Pesou contra o temor do mercado em relação a eventuais punições a serem efetivamente aplicadas por Donald Trump, no âmbito da Lei Magnitsky, aos bancos brasileiros em geral e, em especial, à estatal do sistema financeiro.
O temor se intensificou com o início do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no STF por participação nos atos golpistas registrados em 8 de janeiro de 2023.
É a segunda queda consecutiva do Banco do Brasil, que na véspera já havia perdido 1,40%. Os boatos e rumores atuais derrubam, inclusive, uma trajetória de recuperação do papel na bolsa de valores, uma vez que a ação experimentava três altas consecutivas antes da segunda-feira.
A última queda, também expressiva, havia sido superior a 2%, mas em 25 de agosto. A volatilidade que se tornou rotina para o departamento de relações com investidores do banco causa desvalorização de quase 27% nos últimos seis meses. Esse comportamento parece inevitável no curto prazo, mas os fundamentos da empresa são sólidos.
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