Só nas últimas duas décadas, foram mais de 1.000% de lucro com o papel. E tudo indica que este pode ser só o começo conforme dica de Warren Buffett: “Só compre uma ação que você ficaria perfeitamente feliz em segurar caso o mercado fechasse por 10 anos”. Essa frase é de um dos investidores mais relevantes do mundo, e coincide com a ação do maior conglomerado do país, que entregou um lucro médio anual de 20% aos investidores nos últimos 14 anos.
Com projetos fortes, revolucionários e com grande potencial de lucro no setor de ferrovias, mineração, gás e, principalmente, no agronegócio, o maior conglomerado do país voltou a ficar barato na bolsa e sua ação pode disparar 70% do médio ao longo prazo (aliás, ele é destaque junto a outros 3 investimentos do agro. Liberamos a lista aqui).
E não é para menos: essa empresa é uma das maiores do mercado sucroalcooleiro – importante para a produção de combustíveis e energia renovável no Brasil – e não para de crescer.
Só para você ter uma ideia, o grupo apresentou números recordes em todas suas empresas no seu último balanço trimestral, puxados pela atuação no agronegócio. A subsidiária que atua no ramo viu o Ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) chegar a R$ 3,7 bilhões, um crescimento de 55% no primeiro semestre de 2022.
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