O historiador britânico Russell Edwards voltou a movimentar o debate sobre Jack, o Estripador ao afirmar ter identificado o assassino por meio de testes de DNA realizados em um xale pertencente à vítima Catherine Eddowes. Segundo ele, o material genético encontrado no tecido apontaria para Aaron Kosminski, um barbeiro judeu-polaco já considerado suspeito pela Scotland Yard no fim do século 19. O artefato, adquirido por Edwards em 2007, teria preservado manchas de sangue e vestígios biológicos usados na análise.
A revelação reacende o interesse em um dos casos criminais mais emblemáticos da história, ocorrido em Whitechapel, bairro pobre e violento de Londres, onde cinco mulheres foram brutalmente assassinadas em 1888.
Apesar da forte repercussão, especialistas pedem cautela quanto às conclusões, lembrando que o DNA mitocondrial utilizado no estudo não permite identificar indivíduos com precisão.
Além das limitações científicas, críticos apontam incertezas sobre a cadeia de custódia do xale, o que compromete a confiabilidade da prova. Por isso, embora o trabalho de Edwards apresente um possível caminho, pesquisadores afirmam que a verdadeira identidade de Jack, o Estripador continua sem solução.
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