Monday, 08 de June de 2026
03/01/2022   10:40h - Ciência & Tecnologia

A experiência mais bonita da física quântica

Na física clássica, existem dois mundos bem diferenciados: as ondas (mecânicas ou eletromagnéticas) e as partículas (corpúsculos), ambos muito bem definidos. Anteriormente se pensava que não havia relação entre estes dois mundos, mas no final do século 19, à medida que se conhecia o pequeno mundo (moléculas, átomos e seus componentes), descobriu-se que as menores partículas podiam se comportar como ondas.

 

 

Se as partículas se comportavam como ondas, tínhamos que saber qual era a onda associada a essas partículas: a "onda da partícula". Ao mesmo tempo, naquela época, o inverso se tornou evidente: um comportamento de onda semelhante ao das partículas. Dois exemplos são o efeito fotoelétrico e o efeito Compton. Luis De Broglie se baseou na definição que já existia de fótons: que eram as partículas que compõem a luz (na física clássica, uma onda) que se comportavam como partículas.

 

Assim, sabia-se que a massa dos fótons era zero, que sua velocidade era a da luz e que eles tinham um impulso associado ao comprimento de onda dessa luz (comprimento de onda é uma característica das ondas que nos diz a que distância a onda volta a se repetir). 

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