Os milênios contribuíram para que nosso paladar fosse sendo aguçado e sofisticado, mas já houve um tempo em que comida não era sinônimo de apreciação, apenas uma necessidade para se manter vivo. Estes são 3 dos alimentos mais nojentos da antiguidade.
1. Pulmão embebido em leite
Em culturas da Europa e da Ásia, em meados do ano 1400, os povos antigos preparavam muitas receitas utilizando pulmões embebidos em leite como refeição. Geralmente, as receitas consistiam na secagem dos pulmões, que eram recheados com outras carnes, ervas e vegetais. O leite servia não só para diminuir a pungência do gosto do órgão, mas também para tentar minimizar as doenças que o acompanhavam.

2. Melas zomos
Além de uma vida repleta de proibições, os guerreiros espartanos da Grécia Antiga também tiveram uma alimentação grotesca. A dieta deles consistia em melas zomos, ou "caldo preto", que consistia em uma sopa feita com uma quantidade absurda de sangue misturada com sal e vinagre.
Para ter força, os homens ingeriram muitas pernas de porco cozidas, e o caldo preto surgiu de a necessidade de dar alguma função para aquele excesso de sangue desperdiçado para alimentá-los.

3. Garum
Considerado o "ketchup da Roma Antiga", o garum até hoje é controverso para o paladar. Definido pela primeira vez por Plínio, o Velho, como "um líquido requintado", o condimento é uma mistura de entranhas de peixes, cobertas com água salgada e fermentada em tanques de pedra no sol por até um ano.
O garum fedia tanto que foi proibida sua fabricação na cidade. Era necessário que as produtoras o fizessem fora dos limites da cidade ou em locais pré-aprovados, onde o cheiro não provocaria uma epidemia de ânsia de vômito na população.

Copyright © 2021-2026. Onjornal - Todos os direitos reservados.