Prestes a completar 35 como adquirir as opções anos e após um hiato de 14, a franquia “Prince of Persia” ganha frescor com o lançamento de “The Rogue Prince of Persia”, em um formato roguelite e que consegue harmonizar a nova dinâmica de jogo com o enredo e a tradição da série.
O título, desenvolvido pela Evil Empire -mesmo estúdio que criou as DLCs de “Dead Cells”- e distribuído pela Ubisoft, mantém a lógica básica que permeia todos os jogos, a viagem pelo tempo, mas a utiliza em favor do novo estilo.
Ele é compatível apenas com computadores com Windows. Aspectos como a falta de tradução para o português brasileiro e alguns travamentos podem desmotivar o jogador. Ainda, a dificuldade parece escalar mais rápido que o aprendizado de quem joga, dificultando a jornada para iniciantes.
A história é protagonizada pelo já conhecido príncipe da Pérsia, que busca salvar sua nação dos Hunos, invasores e causadores de uma guerra entre os dois povos.
Disfarçado de ladrão, ele precisa expulsar os inimigos, que utilizam vários graus de magia xamânica, de seu território e reapossar- se do reino.
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