O julgamento do "Caso Débora" foi concluído na madrugada de ontem (1?) após cinco dias de sessões, resultando na condenação de dois homens. A Justiça acolheu a denúncia do Ministério Público do Amazonas (MPAM) e sentenciou os réus pelos crimes de homicídio qualificado, feminicídio, aborto provocado por terceiro e ocultação de cadáver.
As penas foram rigidamente aplicadas pelo juiz: Gil Romero Machado Batista recebeu uma condenação de 63 anos, 7 meses e 19 dias em regime fechado por todos os crimes apontados. Já José Nílson Azevedo da Silva foi condenado a 17 anos e 8 meses de prisão por homicídio qualificado por motivo torpe. A materialidade dos delitos foi comprovada por laudos periciais, relatórios de investigação e imagens de câmeras de segurança.
De acordo com a denúncia do MPAM, o crime brutal ocorreu em meados de 2023, quando a dupla asfixiou com um fio elétrico Débora da Silva Alves, de 18 anos, que estava grávida. Posteriormente, o corpo da jovem foi queimado e o feto foi retirado e descartado em um rio.
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