Estudantes da Escola Estadual Solon de Lucena, em Manaus, denunciaram mais uma dedetização realizada durante o horário de aulas, nesta semana, enquanto alunos e professores permaneciam dentro da unidade. Segundo relatos, a direção da escola autorizou a entrada da empresa EMOPS para realizar o procedimento químico, mantendo as aulas e o fornecimento de merenda normalmente, mesmo após casos anteriores em que alunos e servidores relataram mal-estar.
"É um verdadeiro absurdo. Já passamos mal outras vezes e agora estão repetindo. Tem grávidas e idosos na escola. Isso é um risco à saúde de todos", relata uma estudante, que preferiu não se identificar. Alunos afirmam que a entrada está sendo feita por um portão lateral, e que a gestão está monitorando e ameaçando professores que questionam a continuidade das aulas durante o processo.
A situação levanta preocupações graves sobre negligência e possível violação de normas sanitárias. A presença de substâncias químicas em ambientes escolares ocupados pode comprometer a saúde de crianças, adolescentes e trabalhadores da educação. A comunidade escolar cobra providências urgentes dos órgãos competentes para garantir segurança e respeito dentro da instituição.
Nossa equipe entrou em contato com os responsáveis da escola e até o momento não obtivemos resposta.
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